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sábado, 3 de novembro de 2012

Caminhos de santidade


“Festejamos a cidade do céu, a Jerusalém do alto, nossa mãe, onde nossos irmãos, os santos, vos cercam e cantam eternamente o vosso louvor. Para esta cidade caminhamos pressurosos, peregrinando na penumbra da fé” (Prefácio da Missa de todos os Santos).

Neste final de semana, olhemos para cima buscando as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita do Pai (cf. Cl 3,1), pois Deus, que nos fez para a comunhão com Ele na eternidade, não pensou para nós o nivelamento no pecado na maldade, na corrupção. Fomos feitos para a perfeição, para a santidade. Ser santos é nossa vocação, partindo da santidade que é dom recebido no Batismo (1Jo 3,1-3) para percorrer os passos da santidade moral, dever de todo cristão.

O reconhecimento da santidade de homens e mulheres, quando a Igreja celebra beatificações ou canonizações, como fez há poucos dias o Papa Bento XVI (cf. Homilia do Papa Bento XVI, no dia 21 de outubro de 2012) quer mostrar a todas as pessoas, de todas as classes sociais, idades e vocações que a proposta da vivência do Evangelho lhes é igualmente destinada.

São Jacques Berthie, sacerdote jesuíta francês, missionário em Madagascar, lutou contra a injustiça levando alívio aos pobres e enfermos. Os malgaxes o consideravam um sacerdote vindo do céu e diziam: "Tu és o nosso 'pai e mãe'!" Morreu dizendo: "Prefiro antes morrer que renunciar à minha fé". Retidão e coerência na profissão de fé como bússola para a própria vida!

São Pedro Calungsod, catequista, evangelizador, mártir! Demonstrou grande fé e caridade, e continuou catequizando os seus muitos convertidos, dando testemunho de Cristo por meio de uma vida de pureza e dedicação ao Evangelho. A estrada da santidade é feita também para os jovens, dos quais se espera respostas corajosas!

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Como preparar melodias para o salmo responsorial, glória e santo

Pergunta:
Os responsáveis da coordenação litúrgica na minha paróquia dizem que não podemos cantar o Salmo em dueto, só podemos cantar o Glória de acordo com a letra do Glória, não podemos bater palmas no Santo, e muitas outras coisas. Se puderem esclarecer essas incógnitas agradeço.


Resposta:
Segundo nos parece, alguém deve ter dito aos ministros da liturgia da Paróquia onde habitualmente celebra a Eucaristia, que certas formas de realizar determinados ritos não eram as mais correctas. Por exemplo, cantar o Salmo Responsorial em dueto, cantar o Glória com uma letra diferente daquela que vem no Missal Romano, bater palmas durante o canto do Santo, e muitas outras coisas.

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terça-feira, 17 de abril de 2012

Dom Gabriel Paulino Bueno Couto: Bispo e Santo

Filho de Porcino Camargo Couto e Gabriela Bueno. Ingressou no Seminário dos Padres Carmelitas, em Itu, onde, em 1927 recebeu o hábito carmelita e realizou seu noviciado. Sua profissão religiosa foi realizada em 30 de dezembro de 1928. Cursou Teologia no Colégio Internacional Santo Alberto, em Roma, freqüentando a Pontifícia Universidade Gregoriana. Emitiu seus votos perpétuos em 1931. Foi ordenado presbítero no dia 9 de julho de 1933, em Roma, onde permaneceu por 17 anos.
No dia 16 de outubro de 1946 foi eleito bispo, aos 36 anos. Sua ordenação episcopal deu-se a 15 de dezembro de 1946, em Roma, pelas mãos dos cardeais Raffaele Carlo Rossi, OCD, Luigi Traglia e de Dom Giuseppe D'Avack.
Foi bispo auxiliar de Jaboticabal, São Paulo, de 1946 a 1954; Curitiba, Paraná, de 1954 a 1955; bispo auxiliar de Taubaté, São Paulo, de 1955 a 1965; bispo auxiliar de São Paulo de 1965 a 1966.
Dom Gabriel esteve presente em todas as sessões do Concílio Vaticano II (1962-1965).
No dia 21 de novembro de 1966 foi nomeado pelo papa Paulo VI para ser o primeiro bispo diocesano de Jundiaí, São Paulo. Permaneceu nesta função até sua morte em 1982.
Foi administrador apostólico da Diocese de Bragança Paulista, de 1968 a 1971, período compreendido entre a enfermidade de Dom José Maurício da Rocha e a posse de Dom José Lafayette Ferreira Álvares.
Em 1972, foi um dos signatários do documento Testemunho de Paz: declaração conjunta do episcopado paulista (Brodowski, São Paulo, 8 de junho de 1972). Esta declaração foi a primeira manifestação do episcopado brasileiro sobre as prisões e torturas cometidas pelo governo militar no Brasil, era então presidente do Regional Sul-1 da CNBB Dom Paulo Evaristo Arns.
A Diocese de Jundiaí e a Ordem Carmelita, à qual pertencia, estão trabalhando pela sua beatificação.Seu processo encontra-se em Roma.

Preparando o início do processo de sua beatificação, os escritos de Dom Gabriel Paulino foram examinados por dois renomados teólogos brasileiros. Em seus Pareceres declaram não só a ortodoxia dos escritos e pregação do venerando Bispo mas, também, a originalidade de seu pensamento cristológico e eclesiológico. Constituído o Tribunal Eclesiástico Diocesano, para o processo de sua beatificação, foi enviado à Congregação da Causa dos Santos em outubro do ano 2000, aguardando a palavra definitiva da Sé Apostólica Romana. Seus restos mortais repousam na acolhedora Cripta da Igreja Catedral de Nossa Senhora do Desterro.

Rezemos juntos: pelos pobres, pela recuperação dos doentes e em especial, por nossa querida amiga Amanda.  E, querendo Deus, este será o primeiro milagre do "Santo" Dom Gabriel Paulino 
ORAÇÃO

Para alcançar a beatificação de Dom Gabriel


Ó Deus,
que enriquecestes o coração do vosso servo, 
o bispo Dom Gabriel, com os dons do Espírito Santo 
e o fizestes pastor incansável e modelo perfeito das virtudes cristãs 
e conselhos evangélicos, dignai-vos manifestar os méritos 
do vosso servidor  elevando-o à glória dos altares para edificação da vossa Igreja 
e alegria do vosso povo, concedendo-me por sua intercessão a graça... (peça-se).
Por Cristo, nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo.
Amém.

                                                Pai Nosso, Ave-Maria, Glória.